Olá! Espero ter clareado um pouqiinho a idéia sobre o que é RP.

Falar de Relações Públicas implica, também, falarmos de público. Mas,... o que é público. Será que são todas as pessoas que compram de uma organziação, neste caso os consumidores, clientes, etc? SeriaPúblico um monte de expectadores das organziações ou só artistas ou shows tem públicos. Entender o que é um público no mundo dos negócios não é mesmo muito fácil.

Segundo Fábio França (2.004) as organizações e pessoas unem-se por interesses, ou seja, as pessoas ao se relacionarem com alguma organziação não o fazem à toa. elas tem uma expectativa de negócios, como uma troca de interesses. Por exemplo, quando uma organização define uma politica de relacionamento socialmente resposável com a sociedade, na relaidade o que ela deseja é construir um conceito positivo e tornar-se credivel junto toda a sua cadeia de públicos de interesse ( comunidades, governo, opinião pública, entre outros). Outro exemplo que podemos citar é a relação colaborades e organização. Se for uma lado o interesse dos colaboradores é serem reconhecidos, remunerados, etc ou da organização é que esses trabalhem com dedicação, eficiencia e eficácia. Assim podemos dizer que públicos são todos aqueles que afetam as decisões organizacionais ou que são afetados pelas decisões das mesmas. Fábio França (2.004: pp.102-105) enfatiza a questão dos relacionamentos e a existência da interdependência da organização com seus públicos. Assim o autor propõe identificá-los a partir de uma visão estratégica, à medida que alguns grupos levam à sua constituição, outros a sua viabilização e outros a realização de negócios. Baseando-se na lógica, o autor estabelece três critérios para identificar e mapear os públicos das organizações:

a)         Grau de dependência jurídica e situacional, que determina se um público é essencial ou não essencial que, podem ainda se subdividir em constitutivos e não constitutivos, primários e secundários.

b)         Grau de participação, que determina se um público participa em maior ou menor grau na promoção institucional ou mercadológica da organização. Estes públicos são constituídos pela comunidade, associações, sindicatos e redes prestadoras de serviços.

c)         Grau de interferência, determina o poder de influência dos públicos nas decisões organizacionais como as mídias em geral e a concorrência direta ou indireta.

Os públicos essenciais constitutivos são aqueles dos quais a organização depende para se constituir e assumir o risco do negócio. São representados pelos empreendedores, acionistas e proprietários. Os não constitutivos são os públicos que dão sustentação e viabilizam a execução das atividades fins, como os colaboradores.

Os públicos não essenciais são aqueles ligados à atividade meio da organização, estão ligados a fatores de prestação de serviços ou intermediações política e social.

Por fim, a rede de interferência são aqueles que no cenário externo das organizações atuam pelo seu “[...] poder de liderança operacional ou representativa junto ao mercado e à opinião pública [...]”. Esses podem apoiar ou interferir nas decisões organizacionais. (FRANÇA, 2.004: p.113).

sugestão de leitura: Públicos - Como identificá-los em uma nova visão estratégica, 2.004 autor: Fábio França

 



Escrito por Sol às 14h26
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